Paranormal - O mistero da senhora cinzento

O MISTÉRIO DA SENHORA CINZENTO
O Jornal do Society for Psychical Research publicava, ao mês de Dezembro de 1959, um artigo Dr. Paul Turner, intitulado "a senhora cinzento, estudo de um fenómeno psychique em que morre". Aquando de trépasser, moribonds revivem em alguns segundos as cenas essenciais de qualquer sua vida. Aquilo não surpreende mais ninguém. _ mas que vário morrer, atingir cancro, um sala hospital Londres, ter tendo em conta cada um a mesma enfermeira em uniforme cinzento, e que este estranho fenómeno repetiu-se durante vários anos, ao ponto de provocar um inquérito do Dr. Turner, aquilo pode parecer sobrenatural, dado que, desde 1920, a cor cinzento rendeu o lugar ao azul a escura. Ora, as afirmações dos pacientes foram registadas durante os anos 1950-1960. Fizeram de nascer a legenda desta senhora cinzento, de idade média, agradável, ajudando morrendo e consolando-o por um gesto ou um acto amigável. Carafe deste vieillard que se morria de um cancro do pulmão, nesta noite do mês de Setembro de 1956, era vazio. A enfermeira de serviço que, precisamente esta hora, preenchia as garrafas, propôs-se este homem dizer-lhe que era inútil:on acabava de dar-lhe um vidro de água. Quem por conseguinte? interrogou-lhe a enfermeira. Uma senhora muito agradável. Está lá, neste momento, ao pé da minha cama. Não o vê? À que tem um fato cinzento! Não havia ninguém ao pé da cama... Dois dias após este incidente, vieillard cessava viver. O Dr. Turner, durante o seu inquérito, obteve seis relatórios recentes, similares, assinados por tratando da sua sala. Lá teve outros ainda, mas não registados por escrito, e que o médico não se creu o direito de fazer figurar no seu processo. Cada um dos casos, o aparecimento da senhora cinzento anunciava a morte próxima, ainda que embalava-se -se da vã esperança um melhor provisório, como chegou para este vieillard de setenta anos atingido de um cancro generalizado. Os médicos esperavam-se a vê-lo restabelecer-se, tanto o seu estado melhorava! O paciente pediu à uma enfermeira se trabalhasse sempre com este outro colega que acompanhava-o neste momento. Surpresa, pediu de que queria falar. Mostrou-lhe do dedo um ponto da sala, precisando que esta mulher não era vestida como os outros, mas cinzentos, e que vinha frequentemente vê-lo. Não havia, certamente, ninguém! Algumas horas atrasado, o paciente morria... Qual é a senhora que se aquece as mãos perto do pólo? pedido, um dia de Dezembro de 1957, outro paciente à sua enfermeira. Não vejo senhora perto do fogo. Mas se! Como está? Esta pessoa ali, em uniforme cinzento! Dois dias atrasado, o homem que tivesse visto a senhora cinzento passava de vida à trépas. Três meses após em Fevereiro de 1958 a mesma cena reproduz-se, mas esta vez com um paciente: uma senhora cinzentos, muito suave, deu-lhe uma chávena de chá durante a noite. Um ano atrasado, é à volta duna jovem mulher de vinte e oito anos ver ao pé da sua cama o fatal aparecimento, e morrer à extremidade de algumas semanas. O vidro de água ou a chávena de chá têm provavelmente nenhuma realidade tangível: são alucinações. Qual é então a causa destas alucinações? Pode-se atribuir-o aos efeitos de medicamentos, dado que sabe-se que certos produtos designadamente os alcalóides são hallucinogènes. Os efeitos dos narcótico bastante hoje são conhecidos bem de todos de modo que seriamente possa-se encarar esta explicação. O Dr. Turner não há faltado, sublinhando o emprego dos analgésicos para aliviar as dores às vezes intoleráveis provocadas pelo cancro, e acrescentando que a maior parte destes analgésicos é derivados do ópio. O problema não é resolvido para tanto. Existe também numerosos casos de alucinação em que morrem que não são sob a influência de analgésicos. O que foi confirmado por por um outro inquérito, a de Dr. Karlis Osis, aos Estados Unidos; inquérito muito acentuado, dado que tem porto sobre a observação trinta e cinco mil cinco cem quarenta morrendo. Para retornar à dúzia de casos estudados pelo Dr. Turner, pode-se ainda evocar as coincidências, esta fácil explicação de qualquer o que escapa-nos! Todo do mesmo modo, seis pessoas diferentes que, datas diversas, vêem o mesmo aparecimento, aquilo parece exceder o quadro da pura e simples coincidência! E se os pacientes tivessem-se proposto falar da senhora cinzento? Aaquilo o investigador respondeu a que o pessoal hospitalar guardava-se bem de fazer a mais mínima alusão na frente dos doentes, o que se concebe, dado que o aparecimento parecia, sempre que era vista, anunciar uma morte próxima. Qualquer leva crer que o "fantasma" tinha uma realidade objectiva.


29/01/2007
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